segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Iluminação sob medida


A luz é uma das fontes mais importantes na rotina do ser humano. Sua falta pode tornar um ambiente desinteressante e gerar fadiga física. Repare que determinados lugares, às vezes, são pouco frequentados por serem mal iluminados. Há casos em que a arquitetura é criativa, a decoração, atraente, mas passam despercebidas, porque não foram destacadas o sufuciente.

Já o excesso de iluminação pode provocar ofuscamento da vista, deixando os usuários irritadiços. Além disso, grande quantidade de luz não é sinônimo de qualidade. Pode sim aumentar o consumo de energia. Esses tipos de problemas acontecem quando não há planejamento no uso correto e adequado da luz.

O projeto de iluminação é importante e deve sempre ser considerado na hora de construir ou reformar. Ele não é simplesmente um gasto a mais em seu orçamento, mas a garantia de espaços aconchegantes, confortáveis, produtivos, e, o mais importante, de instalações econômicas. Seguindo as indicações do projeto, você estará usando lâmpadas corretas em luminárias apropriadas, solicionando problemas, embelezando e tornando os ambientes muito mais funcionais, sem gastar energia além da conta. Não se esqueça: na hora de executar as instalações elétricas, o projeto de iluminação já deve estar pronto para o engenheiro eletricista dimensionar adequadamente as cargas da obra.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Ecologia e conforto sob o mesmo teto

Hoje a dica é mais arquitetônica, mas vale saber que se pode construir sem a preocupação de impacto ambiental.


Construções que respeitam o meio ambiente não abrem mão de luxo e bom gosto.
Uma casa verde não é sinônimo de moradia primitiva, sem energia elétrica ou água quente. A idéia das construções ecologicamente corretas é manter todo o conforto da vida moderna, reduzindo o impacto ambiental.

Há uma longa distância entre a casa ecológica e a 100% sustentável: enquanto na segunda há o aproveitamento total de água e energia solar, a ecológica se restringe a usar tijolos e madeira cujos processos de produção não atacam a natureza, além de um aquecedor solar de água. Júlio Stocco Neto, arquiteto que trabalha com esse tipo de empreendimento no Brasil há cinco anos, explica que a grande vantagem do projeto é o aumento da qualidade de vida. A estrutura favorece ambientes bem arejados e agradáveis, com boa penetração da iluminação solar. Além disso, a durabilidade dos materiais usados possibilita economia a longo prazo.


"Tijolos de barro que secam ao sol – e não nos fornos –, pilares feitos de eucalipto e paredes com madeira plástica ou reflorestada custam um pouco mais. Entretanto, eles ganham dos materiais tradicionais em durabilidade”, explica o arquiteto.

A publicitária paulista Paula Bertollo, de 52 anos, construiu sua casa nos moldes ecológicos e confirma os benefícios do investimento: “Minha casa é inteira de tijolos ecológicos e madeira reflorestada, além de possuir um aquecedor natural para o chuveiro. Gastei 40% a mais do que se fosse construir nos moldes tradicionais, mas moro nela há oito anos e a estrutura está impecável. Nada precisou ser reformado”.
Alguns links sobre o arquiteto citado acima:


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Folhas, galhos e um toque de mar

Quadro de folhagem seca, R$ 390 na Arte Própria. Tinta Coral (ref. 5421, areia). Lustre de ferro, R$ 388 na Stile D.O.C. Vem da Sala a cortina-painel de TNT da Artecnica (2,70 x 1 m), R$ 605. À venda na Andrea Araujo, mesa com base de troncos de acá e tampo vidro, R$ 3.897. Pedestais com concha, R$ 288 cada, na Entreposto. Da La Provence, sousplat, R$ 46, prato raso, R$ 62, prato de sobremesa, R$ 49, e bule de chá, R$ 97. São encontrados na Marcenaria Trancoso o descanso de talheres, R$ 10, a colher e o garfo de coco, R$ 49 (os dois). Toalha de algodão, R$ 50, da Roupa de Mesa


Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Casaejardim/0,25928,EJE1475958-2186,00.html

Troncos que decoram

Tintas Coral (refs. 5421, areia, e 6735, cinza). Foto de Marcos Antonio no porta-retrato com moldura de troncos de madeira, R$ 350 na Juliana Benfatti. Da Paramenta, vaso de parafina da designer Mariângela Cançado, R$ 150, com raízes de bromélias. É da Juliana Benfatti o abajur inglês de resina em forma de chifre, R$ 1.520. Mesa lateral de troncos de eucalipto, R$ 250 na Clássica & Moderna. Do mesmo material, cadeira de balanço, R$ 550, da mesma loja. Almofada de organza, R$ 219 no Empório Beraldin. Da Trousseau, manta de cashmere, R$ 1.998. É feito de sobras de madeira o jogo de gamão marchetado, R$ 335 na Madera Um.

Entre plantas, aves e madeira

Painel com papel de parede francês, R$ 35 o metro na Sala. Tinta Coral (ref. 6735, cinza). Quadros de folhagem emoldurados com gravetos valem R$ 98 (menor) e R$ 159 (maior) na Arte Própria. Taça de vinho, R$ 24 na La Provence. Do Depósito Santa Fé, aparador de peroba rústica, R$ 250. Sementes, vidro de murano e madeira estão no colar do designer Alberto Sabino, R$ 145 na Paramenta. Tucano de faiança a R$ 94 na Jacaré do Brasil. Da mesma loja, poltrona de ferro dos anos 50, R$ 950. Almofada de linho, R$ 188, do Empório Beraldin. Custa R$ 700 o m2 do tapete de náilon da Avanti.

Tons de terra dão paz

Gaiola chinesa de madeira, R$ 232 na L'Oeil. É da Marcenaria Trancoso o gaveteiro de madeira reaproveitada, R$ 1.160. Tintas Coral (refs. 5421, areia, e 6943, cinza-azulado). Escultura de ferro do designer Rox Rezende, R$ 924 na Zona D. Da designer Beth Palma, costela-de-adão de ferro à venda na Jacaré do Brasil por R$ 600. Da Donatelli, os futons custam R$ 281 (vinho) e R$ 243 (estampado). Vaso de macaúba, R$ 2 mil na Tora Brasil. Da L'Oeil, taça de cristal, R$ 148. Restos de madeira e ramos de jabuticabeira compõem as formigas da Madera Um, R$ 115 (grande) e R$ 100 (pequenas).

Um mundo mais orgânico

Tela com pintura de estuque e acrílico sobre lona, R$ 1.200, de Adriana e Carlota Atelier de Pinturas Especiais. Tintas Coral (refs. 6014, verde, e 6943, cinza-azulado). Dos designers Rachel e Benoit Convers para a francesa Ibride, aparador de MDF em forma de avestruz, R$ 3.403 na Benedixt. Vasos de vidro, R$ 146 (maior) e R$ 196 (menor), da L'Oeil. Poltrona de madeira com motivos de abacaxi, R$ 980 na Entreposto. Da Benedixt, almofada de algodão com estampa de lobo criada pelo designer norte-americano Salvor, R$ 587. Mancebo de MDF, R$ 725, e bolsa de feltro, R$ 99, ambos da Zona D. Vem da La Provence a xícara de chá, R$ 49. Tapete de náilon, R$ 516 o m2 na Avanti.

FORMAS E CORES NATURAIS

A natureza conquista a casaRepórter de imagem Tiago Cappi. Fotos Marcos Antonio. Texto Roberto Abolafio Jr.

Em tempos de preocupações com a Terra, a casa faz reverência à natureza. Traços orgânicos embelezam móveis de madeiras reaproveitadas. Objetos roubam do mar e da mata formas surpreendentes. E tons como o cinza do cascalho e o bege da água turva deixam tudo calminho.

Trazer para dentro de casa as formas, cores e matérias-primas da natureza é opção para quem quer ir além de um vaso de planta. Trata-se de respeitar a ecologia com uma estética ao mesmo tempo chique. 'De tempos em tempos, a influência do que é natural é vista com mais intensidade nas artes aplicadas', afirma a jornalista e curadora de design Ethel Leon. Só que essa escolha hoje é contagiada, para o bem do planeta, pelo conceito da sustentabilidade - segundo o qual, qualquer empreendimento tem de ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito. Isso significa, por exemplo, preferir móveis feitos de madeiras certificadas e reaproveitadas, além de reciclar o que for possível.
De quebra, é bacana apostar numa paleta de tintas (à esq.) e materiais que remetam ao cinza do cascalho, ao bege da areia, ao azul do céu, ao verde da floresta - tudo meio pálido, em busca de uma casa mais calma. 'Essa neutralidade deixa a decoração suave', diz o lojista Zeco Beraldin, proprietário do Empório Beraldin, que explora esse viés em suas coleções. Inspire-se!