quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

ESTILO ESCANDINAVO NA DECORAÇÃO

       A Escandinávia é uma região do norte da Europa que abrange a Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca.  
     
       O Estilo Escandinavo surgiu no inicio do século XX e adquiriu as características dos artesanatos regionais e paisagens destas regiões. Carlo Larsson é o desenhista que influenciou o estilo escandinavo de interiores, combinando cores neutras e elementos levemente envelhecidos.  O estilo que combina  o básico, o minimalista com o moderno.

       Para compor um ambiente utilizando o estilo escandinavo, você pode utilizar elementos que indiquem que você acabou de se mudar, deixe as lâmpadas penduradas por um fio e quadros encostados no chão. Também fazem parte da composição, utilizar o contraste de móveis modernos de linhas retas e design simples com detalhes clássicos e vintage. Explore várias luminárias no mesmo ambiente ou peças grandes e chamativas em preto.















       A simplicidade ajuda na decoração do ambiente, nesse estilo os elementos mais indicados são cerâmicas e vidros.  As cores no decor escandinavo devem ser neutras, para criar um ambiente leve, agradável, tranquilo e calmo. Procure optar por branco e cores neutras, como cinza e nude, elas são predominantes nesse estilo de decorar. Combine simplicidade e personalidade para criar um ambiente aconchegante e digno de capa de revista.

       Para quebrar a frieza do branco, a dica é utilizar materiais naturais, como madeira, lã, linho e pedras. Observe nas imagens que pequenos detalhes fazem a diferença, como um tímido vaso de plantas ou os objetos discretamente esquecidos no chão, criando a impressão de um ambiente despojado e alegre, embora o excesso de cores neutras. Trata-se de um estilo que imprime características mais próximas das pessoas e seu estilo de viver a vida.


 
 
 
 


       O maior desafio das pessoas é a organização, nesse estilo em especial, você precisa tomar cuidado com a bagunça, que pode quebrar todo o efeito de paz e calma que você quer exibir!

Percebeu como os ambientes são convidativos e confortáveis? Agora que você já sabe todas as nossas dicas, que tal compor o seu ambiente seguindo esse estilo?



 
 
 
 
 




     Uma decoração simples, que não deixa de ser sofisticada.





quarta-feira, 30 de novembro de 2016

AFINAL DE CONTAS, O QUE É O MINIMALISMO?

       As palavras surgem de uma corrente, de um conceito e viram moda. São ditas e pronunciadas a todo momento, mas nem todos tem a obrigação de saber o que significam e de onde surgiram tal conceito. Na opinião dos peritos, enquanto tendência artística, o minimalismo surgiu na década de 1960 a partir de uma economia de meios, do uso da abstracção, do purismo funcional e estrutural, da austeridade e da síntese.

       Bem, o Minimalismo é uma corrente artística que só utiliza elementos mínimos e básicos. Por extensão, na linguagem corrente, associa-se o minimalismo a tudo aquilo que tenha sido reduzido ao essencial e que não apresente nenhum elemento sobrante o acessório, ou seja, utiliza apenas o básico.
       O objetivo do minimalismo, por conseguinte, consiste em criar sentido a partir do mínimo, o que requer simplificar os elementos utilizados, recorrendo a uma linguagem simples, cores puras e linhas simples.






       Pintores e escultores, nomeadamente Reinhardt, Donald Judd, Dan Flavin e Robert Mangold, foram os primeiros a dedicar-se ao minimalismo. Posteriormente, o minimalismo expandiu-se para a arquitectura (o movimento De Stijl) e a música (Brian Eno), entre outros âmbitos.
       O minimalismo também se reflecte numa filosofia ou forma de vida que propõe dedicar-se àquilo que realmente importa e descartar tudo quanto é desnecessário como meio para alcançar a realização (plenitude) pessoal.
       Na íntegra não significa viver em um apartamento pequeno, com poucos móveis modernos e brancos e não ter televisão. Também não significa vender todas as roupas, o carro, pedir demissão do emprego, ir morar em alguma cidade com nome exótico no Sudeste Asiático e ter apenas uma mala.
       Minimalismo é muito mais do que um estilo de vida. É uma ferramenta que pode ajudar a todos aqueles que estiverem dispostos a se livrar dos excessos em favor de se concentrar no que é importante para encontrar a felicidade, realização pessoal e, principalmente, liberdade.
      Quando identificamos o que não é necessário, começamos a tomar decisões mais conscientes e isso acaba nos libertando de medos, preocupações, angústias, culpa e das armadilhas do consumo que acabamos construindo em nossas vidas e que nos fazem sentir que estamos presos aos nossos empregos ou a determinados círculos sociais.





       Para ser minimalista não existe regra. Não existem 10 passos que farão você se livrar de tudo o que é desnecessário da sua vida. Até porque, cabe a cada um saber o que é importante para si mesmo. Esta mudança está diretamente ligada ao que cada um entende como felicidade.
        Não acumular dívidas, se livrar de coisas supérfluas, repensar comprar coisas desnecessárias, sair de casa sem necessidade (simplesmente para não ficar em casa), acumular coisas, objetos, papéis, ser mais desapegado, enfim, talvez são essas pequenas coisas que vão nos tornando dia-a-dia mais minimalistas.


Fonte:Leia mais: Conceito de minimalismo - O que é, Definição e Significado http://conceito.de/minimalismo#ixzz4RUNbvlyA




sexta-feira, 11 de março de 2016

A INFLUÊNCIA DAS CORES NO QUARTO DE BEBÊ

       Você sabia que a cor do quarto do bebê pode influenciar o seu sono, apetite, o quanto ele choro e até mesmo o seu ritmo cardíaco? Muita gente não acredita no poder das cores, mas não são poucas as cadeias de fast food que escolhem o vermelho para suas lojas e logos. O motivo? Estimulam a fome e a ansiedade.
       Alguns estudos sobre cromoterapia mostram que as cores podem exercer efeitos sobre o humor de uma pessoa. O assunto desperta ainda mais interesse quando falamos de bebês e crianças. Para quem não sabe, a cromoterapia tem sido utilizada ao longo dos séculos para promover a saúde, cuidar de doenças do corpo e da alma usando o padrão de vibração de cada cor para a cura. A teoria é que a luz é a energia, e o fenômeno da cor é um produto da interação da energia com a matéria, sendo o olho humano sensível á essa radiação eletromagnética(luz), e as frequências emanadas pelas cores seriam nosso "remédios".
       As cores se comportam basicamente de três maneiras: elas podem ser ativas, passivas ou neutras. Nada impede que você combine uma gama de cores para obter melhores resultados, ou até mesmo para não ficar "presa" no conceito dos poderes das cores e acabar não atendendo o seu gosto. Então, se você está na dúvida qual cor escolher para pintar o quarto do seu bebê, leia atentamente as nossas dicas antes de comprar a lata de tinta ou encomendar o papel de parede.


AMARELO


       Tal como o sol, a cor amarela é cheia de vida e energia. É uma cor que reflete muita luz e pode cansar um pouco os olhos sensíveis dos pequenos. Crianças tímidas se beneficiam do amarelo por aumentar sua quantidade de energia, mas energia demais pode deixá-los mais propensos a sentimentos de frustração, favorecendo ataques de raiva e manha. Bebês choram mais e têm mais dificuldade em pegar no sono em ambientes predominantemente dessa cor.
  
O Equilíbrio = Quanto mais forte o tom de amarelo, maior a energia contida no ambiente. Procure adicionar tons terrosos e neutros e diminuir a quantidade da cor do amarelo mais vibrantes em alguns tons. Se quiser utilizar tons mais pálidos de amarelo, esses auxiliam na concentração, sendo Cientistas.
AZUL


       A cor azul é associada, tal qual o branco, a ser uma cor que traz paz e calma, o que é verdade. Em adulto a vibração desta cor em tons mais claros é capaz até de diminuir a pressão arterial e fazer com que se sintam mais relaxados. No entanto, alguns tons de azul mais escuros podem ter um efeito oposto. Tenha em mente que: tons claros de azul são capazes de acalmar os bebês mais chorosos, mas que o azul escuro evoca sentimentos de tristeza e melancolia. Cuidado mamães, afastando tons escuros afastamos também a depressão pós-parto ou o chamado "baby-blues".








O Equilíbrio = Tons claros de azul trazem o frio, e em quartos que recebem pouca luz natural é ideal que se adicione alguma cor que aqueça o ambiente, como tons de rosa e amarelo.





BRANCO

       A cor da limpeza, da paz e da calmaria. Em quarto de bebê é a cor que acusa facilmente quando tem algo sujo. Se você precisa ampliar o ambiente essa deve ser a cor de escolha. Mas que fique bem claro que branco não deve ser a cor predominante de quarto de bebê porque é uma cor que não exerce qualquer tipo de estímulo.

O Equilíbrio = O ideal é que se tenha objetos como quadros, móbiles, roupa de cama e tapetes(antialérgicos), que tragam estímulos das mais diversas cores, algo que a cor branca não oferece.





LARANJA


       Resultado da mistura do vermelho com o amarelo, o laranja é uma cor para se evitar ter como predominante em quarto de bebê. Dizem que sua influência pode deixar os bebês manhosos, chorões e mau humorados. Coloque apenas um cantinho laranja, com a mesinha de brinquedos para quando ele for maior, assim ele irá brincar com bastante vontade e entusiasmo.


O Equilíbrio = Escolha objetos de decoração ou brinquedos nessa cor para estimular o brincar. Um tapete laranja também estimula bastante o rolar e o engatinhar.







ROSA


       Cor escolhida por 8 de cada 10 pais de menina , o rosa é a cor do amor e poucas são as pessoas que não associam o rosa "bebê" como uma cor de calma e aconchego. Sendo uma mistura de vermelho e branco, acaba sendo também uma mistura do que o que essas cores representam. Quanto mais do pigmento vermelho o rosa tiver, maior a influência dessa cor no ambiente e no bebê. Rosa forte causa agitação e irritabilidade.


O Equilíbrio = Paredes claras e detalhes em tons de rosa mais escuro vão proporcionar calma e movimento na dose certa.





ROXO
 
       Lavanda e lilás são os tons de roxo mais escolhidos. Roxo é a cor do conforto, da realeza, da criatividade e da segurança. Os tons de roxo oferecem a mesma alma que a cor azul, sem o risco do seu bebê sentir frio.

O Equilíbrio = inserir tons de azul, vermelho e amarelo para trazer mais movimento ao ambiente.




VERDE


       A cor verde é a cor que está no meio dos espectro de cores, não sendo nem quente nem fria, considerada a cor do equilíbrio. Usando os diversos tons de verde criamos automaticamente uma sensação de harmonia. Sendo o verde a combinação da alegria do amarelo e a calma do azul, o verde é a cor mais neutra em termos de temperatura - nem refresca, nem esquenta. Pesquisas já demonstram também que o verde pode melhorar a capacidade de leitura por estimular a concentração e cognição, é a cor que traz estabilidade, segurança e conforto.

O Equilíbrio = Tons de azul em objetos dispostos no quarto oferecem calma e tranquilidade. A cortina bem colorida  aquece o ambiente.





VERMELHO


       Embora o vermelho seja uma cor que concentra grande energia , é a cor sólida que mais estimula a criança quando "oferecida" na dose certa. Tons mais escuros de vermelho, podem causar irritabilidade e isso é tudo o que não precisamos nesse comecinho de maternidade.

O Equilíbrio = A cor vermelha deve ser utilizada em móbiles acima do berço, em brinquedos pelo chão para estimular o seu bebê. Uma lâmpada vermelha acesa no canto do quarto aquece o ambiente.





Fonte:
Autoria do Texto: Patrícia Smith
Publicado em 09 de junho de 2014
      
      

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

ALMOFADAS

       ALMOFADAS...isso mesmo...quer dar um charme em sua casa sem gastar muito? Troque as almofadas.
       Essas peças sempre foram curingas na decoração. Charmosas, coloridas ou não, personalizadas, estampadas, lisas, enfim, um mix de estampas e texturas que deixam o ambiente com um novo visual e com a identidade do morador, ou ainda com uma referência nova ao local.
      




       No momento da escolha, deve-se levar em conta todo o ambiente. O ideal é que não fique carregado visualmente.
       O estilo da decoração determina o tipo do tecido.  Em um ambiente casual, é melhor usar linho. Para dar um toque de luxo, lã com cashmere. Mas, se a ideia é compor um visual glamouroso, seda texturizada e cetim são mais adequados. No living e quarto principal, por exemplo, almofadas barradas, são sofisticadas. Mas, toda regra tem sua exceção, com um toque de bom gosto podemos usar estampas com leveza e sofisticação nestes mesmos ambientes.
       No inverno, pequenos “truques” ajudam a deixar a casa mais quente.  Tons como caramelo, marrom e laranja deixam a casa mais ‘confortável’ nos dias frios. A sensação que as cores despertam é que causa o ‘efeito quente’. E a mesma regra é válida se a ideia é refrescar a casa, então use tons de branco, azul ou verde hortelã, lembram o mar.  E nesse caso, a escolha do tecido é fundamental para deixar o ambiente leve e fresco. Como são acessórios versáteis, dá para mudar a cada estação. Mas uma ressalva é necessária, certifique-se de que a almofada esteja bem ‘recheada’. Uma capa linda não adianta se a peça estiver vazia.






       Para determinar o número de almofadas, todo o ambiente precisa ser avaliado: a quantidade, o volume, a cor e a textura dos objetos. A decoração não pode ficar visualmente carregada. O número de peças é a chave para alcançar um ambiente equilibrado.
       E um último detalhe, as almofadas são objetos criados para serem confortáveis e não incômodos, busque peças agradáveis ao toque, ao encosto, ao olhar. Não adianta um ambiente perfeito ao olhar e pessimamente desconfortável.